Os mirantes de Lisboa

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Quando surgiu a oportunidade de escrever sobre Lisboa aqui no Almost Locals eu fiquei pensando o que merecia ser o assunto do primeiro post. Aquele pastel de nata maravilhoso do Chiado? O bar de cervejas artesanais? O restaurante que tem o bacalhau mais delicioso que já comi? Mas achei que num post de estreia, cabia falar de algo que é uma marca registrada de Lisboa e que tem maior chance de fazer o leitor cair de amores pela cidade como eu: os miradouros. Os principais são sete, e cada um tem uma personalidade própria. Abaixo você vê qual combina mais com você.

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São Pedro de Alcântara

Um jardim em dois níveis lindo, virado para a Avenida Liberdade. Fica ali entre Bairro Alto e Príncipe Real e tem um quiosque com um excelente cappuccino.

A Baixa de Lisboa vista do alto do miradouro São Pedro de Alcântara.
A Baixa de Lisboa vista do alto do miradouro São Pedro de Alcântara. Crédito: Leonardo Mesquita

Torel

Tem um espaço de café e um pouco mais acima, um jardim. Esse jardim tem bancos tipo espreguiçadeira e boas sombras. Calmo e pouco frequentado por turistas, ótimo para relaxar.

Jardim do Torel, com suas espreguiçadeiras.
Jardim do Torel, com suas espreguiçadeiras. Crédito: Flávia Motta

Santa Catarina (Adamastor)

Fica ali pela Bica, um pouco mais próximo ao Tejo. Tem uma vista boa da 25 de abril e reúne a juventude do Erasmus (o programa de intercâmbio de estudantes), que pára no mercado da rua e compra sua bebida. Tem quiosque e dois lugares mais arrumadinhos perto, compartilhando a vista. Mais movimentado aos fins de semana. 

O Tejo visto do miradouro de Santa Catarina.
O Tejo visto do miradouro de Santa Catarina. Crédito: Leonardo Mesquita
Escultura do Adamastor, que empresta o nome ao Miradouro de Santa Catarina.
Escultura do Adamastor, que empresta o nome ao Miradouro de Santa Catarina. Crédito: Flávia Motta

Portas do Sol

O miradouro mais agitado de Lisboa, com muitos turistas (é parada certa nos passeios de tuk-tuk) e vendedores. Tem uma vista bem ampla da Alfama, do Rio Tejo e de Almada. 

A Alfama vista das Portas do Sol. Crédito: Leonardo Mesquita
A Alfama vista das Portas do Sol. Crédito: Leonardo Mesquita

Santa Luzia

Mesmo colado nas Portas do Sol mas é bem mais vazio. Esse miradouro parece um varandão antigo, com painéis de azulejos e coberto por parreiras. No verão, quando elas estão carregadas, É uma delícia sentar na sombra e tirar uvas do pé.

Vista do Miradouro Santa Luzia, que chega ao Museu do Fado. Crédito: Flávia Motta
Vista do Miradouro Santa Luzia, que chega ao Museu do Fado. Crédito: Flávia Motta

Graça

O nome oficial é Sophia de Mello Breyner Andresen. Um dos mais altos de Lisboa, tem uma vista bem ampla da cidade e um painel que ajuda a identificar os pontos importantes da paisagem. Tem quiosque e um belo por-do-sol. De lá se vai a Praça Martim Moniz, um dos pontos finais do 28 (guarde esse número para post futuro).

Praça do Martim Moniz vista do Miradouro da Graça.
Praça do Martim Moniz vista do Miradouro da Graça. Crédito: Flávia Motta

Nossa Senhora do Monte

Fica no bairro da Graça, um pouco acima do miradouro anterior, bem em frente ao convento que dá nome ao lugar, É mais tranquilo, com alguns turistas e muitas famílias que emendam o por-do-sol com a missa.

Miradouro de Nossa Senhora do Monte visto do Miradouro da Graça.
Miradouro de Nossa Senhora do Monte visto do Miradouro da Graça. Crédito: Leonardo Mesquita
Vista do Miradouro Nossa Senhora do Monte, com o Castelo de São Jorge ao fundo.
Vista do Miradouro Nossa Senhora do Monte, com o Castelo de São Jorge ao fundo. Crédito: Flávia Motta

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Seu bônus

São sete os miradouros mais conhecidos de Lisboa, mas quem quiser descobrir e se perder nos labirintos da Alfama, pode passar pelo Miradouro de Santo Estevão. Não tem quiosque, não tem agito, tem pouquíssimas pessoas e, por isso mesmo, é um ótimo lugar para respirar a brisa do Tejo (que às vezes é um vento mesmo).


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